terça-feira, 14 de setembro de 2010

LAPIDANDO TALENTOS ESPECIAIS

Estrela merece destaque por favorecer a inclusão de deficientes mentais no mercado de trabalho, o que é motivo de orgulho para os cidadãos estrelenses e, em especial, de esperança e incentivo para os desacreditados que poderão um dia trabalhar, socializar-se, recuperar sua autoestima, confiança e sentir-se livres.

Pode-se verificar através de um projeto da Associação de Pais e Amigos dos Execpcionais - APAE, juntamente com a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social - FGTAS, que têm disponilizado bolsas de auxílio financeiro para a contratação de pessoas portadoras de deficiência mental. Com o acompanhamento técnico do FGTAS, o estado disponibilizou R$ 25 mil para a ampliação da iniciativa da APAE.

Com o seminário regional abordando o assunto "Os Desafios da Inclusão do Deficiênte Mental no Mercado de Trabalho", e a repercussão, por meio de reportagens emitidas pela RBS TV. A psicopedagoga e coordenadora do projeto, Cristiane Loposzinski, comenta: "Queremos quebrar essas barreiras e conscientizar os empresários. Esperamos que contratem os nossos alunos não por pena, mas acreditando que eles têm capacidade para trabalhar".

Infelizmente não é o que vem acontecendo. Inúmeras tentativas de inclusão foram frustradas, e o preconceito prevalece em inúmeros casos. As empresas deixam de explorar toda a capacidade que a pessoa, mesmo sendo deficiente, poderia oferecer em seu trabalho. Outras, porém, não fazem as adaptações necessárias, exigidas por lei. Há exceções de empresas, obrigadas a cumprir a Lei de Reserva de Cotas, como as com mais de 80% dos trabalhadores no setor de produção, que é insalubre, optam por não contratar estagiários com deficiência mental, gerando grandes preocupações com a possibilidade de causar acidentes.

Assim, estamos diante de um fato que conhecemos bastante bem e temos ciência de que somos livres para falar ou fazer o que deve ser feito. Eu vivo em uma cidade bastante correta, mas nem por isso nada corrupta e, infelizmente, um tanto acomodada em relação a problemas como esse. Estrela não é perfeita nem espero que um dia seja, porém que possa fazer os cidadãos estrelenses mais felizes, realizados e orgulhosos da sua cidade, assim como já fez a muitos portadores de necessidades especiais e suas famílias, como também já fez a mim ao descobrir portas se abrindo e dando esperança a muitos que já haviam perdido.

Vognach, Ana J.

terça-feira, 1 de junho de 2010


A FAVOR DA PENA DE MORTE, JUSTA!


Devido às informações por mim pesquisadas sobre este assunto, primeiramente deixar claro de que sou totalmente a favor da pena de morte nos casos envolvendo crimes e atrocidades contra menores de idade, principalmente com crianças, ou seja, pedófilos e infanticidas.

  1. Não é digno de um ser humano, maltratar dessa terrível forma uma pessoa que também é um filho de Deus.
  2. Ninguém tem o direito de tirar a vida do outro, ou seja, de um indefeso. Deus nos deu vida e temos de respeitá-la.
  3. É somente dessa forma, que muitos cidadãos são punidos pelos crimes hediondos cometidos.
  4. Nós, a sociedade, não temos a obrigação de sustentar criminosos desse nível presos, pois os mesmos para o governo custam cerca de R$ 1.580, quando que a educação em nosso estado continua na mesma situação precária, onde que um aluno custa somente para o governo cerca de R$ 175 por mês.
  5. Para muitos criminosos, apenas a pena de morte é capaz de dar exemplo e acabar com futuros crimes.
  6. Seria uma ótima alternativa para acabar com a superlotação dos presídios, pois a população carcerária está sempre em constante crescimento. Somente nos últimos 10 anos, crescimento maior que 100%.
  7. Diminui a criminalidade, em todos os sentidos.

São considerados os que cometem esses crimes terríveis, pessoas com sérios problemas psicológicos, em estado de total descontrole. Porém, isso não justifica o fato de matar e após ficar livre do crime fazendo tratamentos em clínicas psicológicas. Isso só faz com que esses que se dizem “fora de controle”, ganhem mais coragem para continuarem a fazer. Quem faz uma vez, como nesse caso, fará novamente.

Outra questão, a mais polêmica, são as pessoas que morreriam inocentes. Porém, em todos os tipos de crimes, morrem pessoas inocente e como antes já dito, isso seria uma forma de acabar com esse tipo cruel de crime. Mesmo que a pena de morte não traga a vítima de volta, o que não é essa a questão e sim a justiça feita com aqueles que eram indefesos e com a família.

O objetivo da pena de morte é servir de exemplo e diminuir o número de casos e principalmente para que a pessoa pague de maneira justa o crime que cometeu.


Vognach, Ana J.

quinta-feira, 27 de maio de 2010


MEU SONHO


O fantasma
Sou o sonho de tua esperança,
Tua febre que nunca descansa,
O delírio que te há de matar!...

Álvares de Azevedo

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Nunca mais abro a janela do meu quarto
Num dia cinza
Sei que o sol fica dormindo atrás das nuvens
Não ilumina

Nem penso muito no que pode acontecer
Enquanto arrumo
Todas as coisas que eu sinto
O meu passado, o meu destino
E espero que o fim da tarde venha com você

Resisto mas escuto bem o som dos carros
Na avenida
Quero mais descansar com meu cigarro
No andar de cima

Nem penso muito no que pode acontecer
Enquanto arrumo
Todas as coisas que eu sinto
O meu passado, o meu destino
E espero que o fim da tarde venha com você

Sem pressa risco no papel uns poucos traços
Pra despedida
O que me leva a cantar assim tão baixo
E me alucina

Nem penso muito no que pode acontecer
Enquanto arrumo
Todas as coisas que eu sinto
O meu passado, o meu destino
E espero que o fim da tarde venha com você

Qual a importância de pensar por si mesmo?

Deus nos deu um grande e maravilhoso dom, o de pensar, e cada ser humano com sua maneira. Imagine um mundo em que todos pensassem igual, o que seria? Com certeza, um mundo sem graça, monótono e seriamos como robôs.

O mercado de trabalho, as sociedades, nós, o mundo, precisa de pessoas autênticas, que pensem diferentes umas das outras, que possam assim, discutir assuntos diversos e fazer troca de experiência e principalmente troca de ideias.

Precisamos viver nossas vidas por nós mesmos, ser quem somos, não ter vergonha de expressar nossos pensamentos e sim, vergonha de plagiar o pensamento dos outros.

A grande importância desse questionamento, é de com isso, podermos tomar nossas próprias decisões, tirar nossas próprias conclusões e ter nossas opiniões em relação ao assunto a ser questionado. Pensar por si mesmo, consiste em arcar com as consequências, independentemente do que será feito, pois toda ação tem uma reação.

Concluindo este meu pensamento, pensar por si mesmo é nos encontrar dentro de nós mesmos e nos expressar aos nossos olhos, pois uma vida autêntica vale a pena ser vivida. A autenticidade faz parte de nossa identidade, nos fazemos por nossos pensamentos. Ser autêntico é ser original.